10 Perguntas

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10 Perguntas 28 / 11 / 2015| André Costa

Dando cérebros aos edifícios

Por surpreendente que pareça, "Smart Cities" são um assunto polêmico. Ao mesmo tempo em que o uso da tecnologia e de dados para resolver problemas urbanos barateia custos e facilita soluções logísticas, as chamadas "cidades inteligentes" recebem críticas de alguns urbanistas preocupados com a responsabilidade cada vez maior que atribuímos a máquinas. Nesta semana, o Rio foi sede do Smart Cities 2015, que reuniu especialistas no assunto, com o propósito de debatê-las. Um dos palestrantes mais prestigiados do evento foi o arquiteto e CEO do The Digit Group, escritório especializado na construção de cidades inteligentes, Paul Doherty. Sua empresa já atuou em quatro continentes, construindo novas cidades e buscando soluções que empreguem tecnologia digital para áreas urbanas já existentes. O Digit Group também possui uma parceria com o Departamento de Comércio americano, e está envolvido em obras relacionadas à Copa do Mundo do Catar, em 2022. O Vozerio se encontrou com Doherty para saber o que ele pensa sobre o assunto, e o que vislumbra para o futuro das nossas cidades. (Foto: Mariana Gil/EMBARQ Brasil/CC BY-NC 2.0)

  1. Um ponto interessante para começarmos seria uma apresentação sobre o que é uma "smart city". Como você definiria o conceito para quem nunca o ouviu antes? Smart Cities são uma questão bem grande hoje em dia, e cada pessoa a aborda de um ângulo diferente. Mas o conceito de smart cities é mais como uma marca. É uma maneira muito simples de pegar um tópico bastante complexo e tentar traduzi-lo em uma expressão de efeito. Na verdade, o que está em questão é como cada cidade precisa pensar sobre o seu ambiente urbano de modo que ele tenha qualidade de vida para os seus cidadãos e visitantes. Muitas cidades adotam uma abordagem na qual, se são uma cidade já existente, levam em consideração quais são suas prioridades. Em certos lugares talvez seja um sistema de saúde, em outras pode ser a mobilidade, ou o uso energético. Algumas pessoas se preocupam muito com a água. A depender destas prioridades, há soluções que não estavam disponíveis antes e que agora têm custos acessíveis – e, em alguns casos, gratuitos. Em resumo, cidades inteligentes são uma conjunto de ecossistemas, conjuntos de soluções, que ajudam uma cidade a administrar a segurança e a qualidade de vida para visitantes e habitantes de uma cidade.
  2. O senhor mencionou desafios comuns a várias metrópoles, inclusive alguns experimentados no Rio. Este é o caso, por exemplo, da água. O que seria uma solução inteligente para este problema? Tomemos o exemplo de Los Angeles. Lá, primeiro retrabalhamos as noções sobre como coletamos água da chuva. Depois disso, foi mudada a forma como a armazenamos, porque, durante longos períodos, a cidade enfrenta estiagens, com um sol muito quente, que evapora tudo o que foi coletado. Para enfrentar este problema, foi criado um programa no qual colocam bolas de plástico preto nos reservatórios. Estas bolas refletem a luz do sol de modo a limitar o volume de evaporação. Este é um exemplo muito simples que não custa muito dinheiro, mas que é muito inteligente em sua abordagem.
  3. Você poderia citar outros exemplos de políticas realizadas a custos muito baixo ou até gratuitas de países em desenvolvimento?
    Vamos tomar o exemplo de Belgrado, na Sérvia. Eles precisavam ter alguns exemplos para mostrar fisicamente todas as políticas que estavam sendo realizadas, porque às vezes as políticas são invisíveis ao público em geral, a sociedade não consegue ver todo o trabalho duro que está sendo realizado. Aqui no Rio você consegue ver os VLTs, por exemplo. Mas, quando você inicia uma política, em geral demora anos até que ele de fato seja efetiva, porque são ideias muito grandes. O que vimos é que há certas tecnologias que podem ajudar em situações cotidianas, de modo que o cidadão comum da Sérvia possa dizer “oh, eu vejo que eles têm grandes ideias, li nos jornais, mas isso me ajuda agora”. E estas são as “Arvores de Morangos” que pusemos por lá. Refiro-me a painéis solares, isolados, que parecem um pouco com paradas de ônibus, exceto por terem um banco. O que o painel solar faz é carregar os telefones celulares. Estas árvores têm um custo praticamente nulo, apenas o da instalação. E então as colocamos em praças, perto de uma estação de trem, de um ponto de ônibus. E elas permitem que as pessoas resolvam um problema muito real hoje em dia, que são o fato dos telefones celulares estarem sem bateria. Para usar as árvores, baixa-se um aplicativo gratuito, onde se põe informações básicas: o nome, a idade e o gênero. Devido a estes dados, o sistema sabe quando você está logado e que você é um usuário registrado. Você recebe então propagandas no seu telefone. É uma propaganda muito pequena, mas o suficiente para capturar sua atenção.
  4. Como você esta vê coleta de dados? É por estes dados que os anunciantes, que oferecem o serviço de graça, estão gastando o dinheiro deles. Estes dados protegem a privacidade dos usuários, porque são dados agregados. Contém o e-mail, a idade e o gênero do usuário, então você pode ter este anunciante em particular dizendo “epa, é este o alvo demográfico que quero atingir. Eu pagarei para que minha propaganda apareça enquanto esta pessoa estiver conectada”. Também oferecem wi-fi gratuito nestas árvores, então, enquanto você está lá, pode usar o Twitter, o e-mail, postar no Facebook. E o mais importante é que você está oferecendo um serviço comunitário de graça, que não é invasivo em sua privacidade, mas que os anunciantes adoram, porque eles estão ganhando algo por ele. Em média, cada Árvore de Morango teve mais de 400 mil usuários. Cada árvore gera em média 250 mil dólares em publicidade por ano, que são divididos com o município. Então o município obtém uma fonte de receitas livre de impostos apenas por manter as árvores em suas áreas. É um país emergente que, quase a custo zero, oferece um serviço: mostra ser uma cidade inteligente, oferece energia, wi-fi. Há também um botão de emergência, que, quando pressionado, aciona a polícia. Em média, as pessoas passam 30 minutos carregando seus telefones celulares ou tablets; neste período,você pode olhar para o telefone celular, ou então falar com outro ser humano que está ao seu lado, fazendo o mesmo. As árvores de morango ajudam a criar um senso de comunidade.
  5. Ao mesmo tempo, estes dados pessoais estão sendo passados para companhias que não necessariamente têm por prioridade o bem público. Embora o senhor afirme que não são uma ameaça à privacidade, este uso de dados não dar margem a uma forma de vigilância? Ou então, em outras palavras, você vê algum perigo neste tipo de política pública, que oferece serviços em troca de dados? Coletam apenas o primeiro nome, a idade e o gênero das pessoas. Não há informações pessoais. Não vejo qualquer risco neste caso. Isto, contudo, se refere a uma questão mais ampla relacionada à privacidade, algo muito importante, é claro. Há uma mudança em curso nos últimos 8 ou 10 anos no uso das informações pessoais, e algumas áreas são mais sensíveis ao assunto do que outras. A quantidade de informações disponibilizadas em redes sociais permite que muitas coisas sejam descobertas por quem quiser investigar. No caso das árvores de morango, coleta-se dados básicos, mínimos, sem saber nada do indivíduo exceto sua demografia. Se os usuários quiserem, eles podem fornecer o endereço de e-mail, o que é precioso para os anunciantes, porque estes podem então se comunicar diretamente com o público. Eu prefiro ter uma escolha individual do que ser forçado a dar informações para ter algo de graça. Ao reunir dados, você começa a perceber como eles são uma característica muito importante de smart cities, e também como deve haver discussões profundas sobre quais dados as pessoas estão pedindo, e sobre como serão utilizados. A informação fornecida pelo usuário pode ser muito delicada. Imagine que uma companhia possa coletar dados sobre uma pessoa que é diabética, ou que fuma. Digamos que esta companhia receba então uma oferta de um plano de saúde, oferecendo muito dinheiro por estes dados. Agora o seguro de saúde sabe exatamente o que está errado com você, e potencialmente não irá aceitá-lo como cliente. Então, sua pergunta é correta: estes dados podem ser usados contra os usuários? É claro que podem. Quando indivíduos fornecem livremente os seus dados, é preciso regular o que deve e o que não deve ser feito com nossos eles. Cada dado tem um valor diferente. Informações sobre a saúde não são valiosas para pessoas que administram um estádio de futebol, mas, para um plano de saúde, valem muito.
  6. E o senhor pensa que a tecnologia pode ajudar a combater problemas urbanos mais básicos e fundamentais, como, por exemplo, no caso do Brasil, a desigualdade social? E, em caso positivo, como? Há duas coisas que vêm à mente quando se pergunta o que a tecnologia pode e não pode fazer. A tecnologia jamais resolverá um problema sem que haja um processo humano associado a ela. A tecnologia pode ajudar as pessoas a mudar produzindo mudanças de comportamento. Você pode permitir que existam modos de recompensa e de punição. Às vezes, sob formas monetárias. A tecnologia pode ajudar a apoiar políticas muito boas. Na África, por exemplo, há políticas para aprendizado a distância. As Nações Unidas e o Banco Mundial costumavam apoiar a criação de escolas em vilas isoladas. E o que às vezes acontecia é que as escolas jamais eram construídas. As pessoas embolsavam o dinheiro, ou então não se conseguia professores. Então, temos visto algumas formas muito boas de aprendizado a distância que são divertidas. Não é só ficar sentado lá com um livro enquanto sua professora lê um livro – esta configuração antiga está dando lugar a jogos, e a modos diferentes de aprendizado. Quando você começa a promover isto, é uma mudança geracional. Você está capacitando crianças que são maravilhosas com seus telefones celulares ou tablets e computadores baratos ou, em alguns casos, gratuitos, que algumas organizações doam a pessoas que têm menos sorte. E esta maneira simples de oferecer uma janela ao universo do conhecimento será o grande equalizador.
  7. Alguns urbanistas criticam as smart cities, afirmando que elas sofrem falta de vitalidade. Tomando um exemplo no Brasil: considerando o que Brasília foi planejada para ser e o que é, pode-se dizer que as coisas não correram como previsto. Muita gente que mora lá reclama afirmando não haver vida, pessoas andando nas calçadas. Os mesmo urbanistas que criticam as smart cities afirmam que cidades crescem espontaneamente, e que mesmo certo caos urbanístico gera esta vitalidade, ao favorecer encontros ao acaso. Como a tecnologia pode ser empregada sem colocar esta vitalidade em risco?Nos últimos 200 anos, há exemplos de cidades instantâneas, Brasília sendo uma delas, ou Camberra, na Austrália, ou Nova Déli. O que não entendemos nestes lugares é que há uma alma em cada espaço. E o que aprendemos ao longo do tempo é que sim, cidades cresceram organicamente, devido a rotas de comércio, ou a fluxos de água, como rios, portos ou lagos. Então as cidades sempre surgiram a partir de necessidades – e, às vezes, de vontades, mas quando se fala de vontade, é o que aconteceu com Brasília. Você queria ter uma capital que não fosse um dos centros tradicionais, como o Rio ou São Paulo, e você começa a querer agradar a todos. O problema é que não se pode agradar a todos – jamais isso vai acontecer, sempre alguém não vai gostar. Esta é a natureza humana: porque, do contrário, você ficará tão democratizado, que não conseguirá fazer nada. Você terá tirado a verdadeira energia e a alma do que aquela cidade é capaz de alcançar devido a esta necessidade. Ela fica tão apaziguada que parece uma cidade de mentira. As pessoas não gostam.
  8. E como se equilibra estas necessidades e vontades ao se criar uma cidade? O que me mantém desperto à noite é: para quem é esta cidade? Se você pensar nisto, você construirá uma cidade e as pessoas simplesmente irão pra lá. Olhe o que aconteceu na China: 16 cidades que podem acomodar um milhão ou mais de pessoas estão vazias. São chamadas as cidades-fantasma da China. O que vemos neste caso, ou em Brasília, ou em Camberra, é que você precisa pensar em duas coisas quando está criando uma cidade. A primeira é o ambiente. Comece a controlar como as pessoas vão circular na sua cidade, a mobilidade. Pare de pensar em carros ou ônibus e caminhões e trens. Pare de pensar nas cidades de ontem, e comece a pensar nas cidades do futuro. E no que elas devem ser. Nós, humanos, interagimos com outros humanos. Somos seres muito sociáveis, é parte da nossa natureza. O que significa que você não precisa de praças brancas e grandes. Talvez praças menores sejam melhores. Você precisa de um modo de atravessar a rua sem demorar 10 minutos. Você precisa criar modos para que as pessoas fiquem juntas e tenham encontros inesperados, quando você cria uma nova amizade. Estas são as interações sociais que fazem com que as pessoas comecem a dizer “Oh, eu gosto desta cidade”. Mas elas ainda não amam suas cidades. Elas começam a se apaixonar por elas quando cada cidade é formulada para capturar certo tipo de pessoa.
  9. Poderia dar um exemplo disso? Na China, muitos fazendeiros estão se mudando das províncias do oeste para as cidades costeiras do leste, à procura de emprego, porque não há mais trabalho na agricultura. E por quê [não há mais empregos na agricultura]? Porque usaram a tecnologia, e agora são muito eficientes em sua cadeia alimentícia. Podem alimentar a eles próprios. Agora, o que você faz com estas pessoas? Elas são de fazendas, e você as pede para se mudar para selvas de concreto? Você está deslocando pessoas, e as destituindo de suas próprias culturas. Então há diferentes modos de elaborar uma cidade para acomodar uma familiaridade. Então em alguns casos estamos construindo o que chamamos de urbanismo rural, onde trazemos algumas das eficiências urbanas. A ideia aqui é que, quando você está planejando uma nova cidade, comece a entender as pessoas que você está tentando atrair. Talvez sejam pessoas nativas que moram em uma vila que cresce tão rápido que subitamente se torna uma cidade. Então você precisa construir hospitais e escolas e serviços de apoio mais rápidos. Isto é uma cidade inteligente. Ou então usar o exemplo chinês de colocar agricultura em um ambiente urbano, talvez em terraços, para que aquelas pessoas se sintam familiarizadas. A coisa mais importante é a família. Que a cidade seja uma família estendida. Seus amigos sua família, as pessoas que conhece na universidade são sua família. Isto acontece porque você está uma área particular, você está lutando por conhecimento, e está tendo experiências comuns que precisam ser celebradas. É assim que você se apaixona por um pedaço de chão que você chama de casa. Porque não se trata do chão, mas das associações em sua cabeça que este lugar é especial porque tivemos aquela determinada experiência ou aquela determinada memória. E, quando você começa a criar aquela memória, subitamente você tem o Rio. Você pode encontrar a essência das pessoas, e permitir a assumir a propriedade da situação. Tudo o que fazemos como arquitetos, ou engenheiros ou construtores é criar o ambiente para que esta mágica aconteça. Como esta mágica acontece, bem, para isso precisamos ser mais espertos, e é por isso que pessoas que estão estudando sociologia se tornam uma parte muito importante quando se está planejando uma cidade.
  10. Eu gostaria que o senhor falasse um pouco mais sobre políticas consideradas inteligentes para problemas que a região metropolitana do Rio enfrenta. Digamos, sobre segurança pública, um tema muito comum por aqui. O que o senhor considera uma decisão inteligente para enfrentar este tema?
    Preciso lidar com segurança todo o tempo. Há duas maneiras de se lidar com segurança. O primeiro é a comunicação, e como você pode possibilitar esta comunicação a uma pessoa que está em apuros – o caso de um roubo ou de um acidente, por exemplo. Para lidar com isso, você pode ter sistemas instalados. Rio também está fazendo um bom trabalho, ao criar seu centro de operações (foto). Há também o caso da Árvore de Morango, com seus botões de emergência. Se você vê um acidente, as forças de segurança vão perguntar qual o seu problema. Estes sistemas estão instalados, embora tenha minhas dúvidas sobre como são usados. O que acho mais interessante é como você incorporar os sistemas nos próprios edifícios. Começar a usar o design como parte desse processo para ajudar seres humanos em um evento. Por exemplo, á uma tecnologia para administrar todos os aspectos de edifícios: elevadores, refrigeração, iluminação. Chama-se Building Automation Systems. Ela consegue antecipar muito bem o que vai acontecer. Ao adicionar sua tecnologia sobre a fundação dos prédios, eles podem ficar mais inteligentes. Os prédios contêm informações. [com a tecnologia], suas fiações e estruturas podem dialogar entre si. Então digamos que uma pessoa tenha uma arma, e que dispare esta arma na rua. O disparo produzirá um eco. A IBM tem um sistema com o qual colocam microfones estrategicamente posicionados dentro dos bairros. De repente, o disparo ecoa, e o sistema sabe que é uma bala, e sabe de onde veio. O sistema envia um sinal para a polícia, e a polícia pode saber de onde veio o ruído. Isto chama-se shot stopper, e já existe em Oakland, Memphis e Detroit. Isto alerta a polícia antes dela chegar lá. Mas os prédios enviarem o sinal para a polícia é a primeira etapa. A etapa seguinte seria quando os prédios ouvissem o tiro, e então todas as suas câmeras se voltassem para de onde veio o tiro, antes de que haja qualquer pessoa. Então digamos que quem fez o disparo fugisse para dentro de um prédio. Os prédios ao redor detectariam isso. A porta então pode se fechar automaticamente, e você capturou o cara. Nós fizemos os prédios mais inteligentes, porque eles têm dados. Tudo o que fazemos é dar a ele um cérebro.
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Convidado

Paul Doherty

Arquiteto e CEO do The Digit Group

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