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Histórias de Gericinó 27 / 04 / 2016| Isabela Fraga

O livre mercado na porta da cadeia

Um mercado informal floresce em torno do Complexo Penitenciário de Gericinó, voltado aos 2.200 visitantes diários das 26 unidades prisionais do bairro. O centro comercial a céu aberto começou há pelo menos 12 anos, com a instalação de um guarda-volumes e uma barraca de frutas e, hoje, conta com seis dormitórios, dezenas de lojas, aluguel de roupas e até uma sex shop. Conheça as histórias e mercadorias que circulam pela Estrada do Guandú do Sena, em Bangu.

[Fotos: Mauro Pimentel/Vozerio]

São muitos os elementos que tornam a sex shop de Andreia Araújo uma loja de artigos eróticos como outra qualquer. Os produtos vendidos, por exemplo: lingeries, óleos, anestésicos, bolinhas, maquiagem, lubrificantes, fantasias, bebidas afrodisíacas. Uma característica, contudo, faz daquele um estabelecimento único: sua localização, na Estrada do Guandú do Sena, Bangu. Bem em frente à entrada de visitantes do Complexo Penitenciário de Gericinó.

O ponto escolhido por Andreia não é casual. Ocupando o box número 5 — o último, ao fundo — de uma pequena e estreita galeria comercial, a Andreia Sex Shop é voltada para uma clientela muito específica: as mulheres que visitam os 26.500 detentos que habitam as 26 unidades prisionais do maior complexo penitenciário do Rio de Janeiro. Todas as segundas, terças, quartas, quintas e finais de semana, um trecho de cerca de 200 metros da estrada fervilha com as 2.200 visitas que por ali circulam, movimentando uma economia cada vez mais dinâmica e competitiva. Há supermercado, padarias, restaurantes, armazéns, dormitórios, guarda-volumes, ambulantes, churrasquinho e até lojas um tanto inusitadas, como a de Andreia.

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Andreia Araújo, dona da Andreia Sex Shop, que vende produtos e apetrechos eróticos para visitantes do presídio

“Olha que as calcinhas são vendidas, hein. Nada de aluguel”, avisa a vendedora. Andreia quer evitar mal-entendidos. Afinal, muitas das lojas em frente ao presídio alugam roupas para as mulheres que, por desconhecerem as regras, chegam com trajes inadequados para a visitação. Segundo o regulamento nº 584 da Secretaria de Estado de Adminstração Penitenciária (Seap), para estarem “convenientemente trajados” os visitantes não podem estar vestindo: “roupa transparente, decotada e/ou justa/colante”; “roupas curtas, minissaia, mini vestido, mini blusa, short, sunga e bermuda acima do joelho”; e “sapatos com solados ou saltos, bonés, óculos escuros, relógios, joias, bijuterias, brincos e adornos” (sic).

As restrições acabam limitando muito o figurino. Por exemplo: na prática, só se pode entrar com sapato de borracha — daí as onipresentes Havaianas, vendidas a partir de R$ 15 no Bazar Costa Neto, um dos mais antigos da área. E, embora não conste na resolução da Seap que regulamenta a visitação aos presos custodiados, os visitantes também não podem entrar nas unidades penitenciárias trajando determinadas tonalidades — como as cores de facções criminosas, branco e preto. Como várias das mulheres moram em bairros ou municípios muito distantes e ali chegam com o orçamento e o coração apertados, evitam ao máximo qualquer deslize que as impeça de entrar no presídio. Quando isso acontece, o aluguel de roupas (R$ 5 a peça) é a salvação.

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Algumas das fantasias vendidas por Andreia. Da esquerda para a direita, prisioneira, colegial e pirata

A sex shop de Andreia é um dos locais em que se pode alugar vestidos, saias e blusas. Mas não calcinhas, como ela ressalta. As fantasias também são vendidas. Do balcão, a comerciante aponta para três delas expostas em manequins de plástico pendurados na parede: colegial, pirata e prisioneira. Todas são biquínis muito parecidos, exceto por pequenos detalhes: a de prisioneira vem com “algemas” pretas de pano; a de colegial, com uma gravatinha xadrez; e a de pirata, com um tapa-olho. É claro que não se pode entrar na área de visitação comum trajando fantasias eróticas. Estas costumam ser levadas para os parlatórios, onde acontecem as visitas íntimas. Para a maior parte da massa de visitantes, portanto, a Andreia Sex Shop é um luxo ocasional.

É difícil mensurar com precisão o número de estabelecimentos comerciais e ambulantes em frente ao Complexo de Gericinó, tampouco estimar o capital que essa economia movimenta — nota fiscal é coisa rara por ali. Mas a visão de centenas de visitantes, quase todas mulheres, transitando entre uma loja e outra, sentadas em cadeiras de praia nas calçadas ou no meio-fio, formando filas periódicas para entrar nos presídios, comendo, fumando, conversando, dormindo ou embalando comidas e cigarros em sacos transparentes se parece com um mercado a céu aberto em véspera de Natal.

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Parte da fila que se forma periodicamente em frente ao complexo penitenciário no começo da manhã: 2.200 visitas todos os dias

Algumas chegam ali ao amanhecer; outras, no dia ou noite anterior; e outras ainda com alguns dias de antecedência. Estas últimas costumam pernoitar nos cerca de seis dormitórios espalhados pela estrada principal e nas ruas transversais. Um negócio que aparenta ser lucrativo e tem competição ferrenha: alguns dormitórios oferecem internet sem fio; outros, jantar; outros, bolinhos e café. A média de preço é de R$ 15 por noite. Há quem diga que a competição chegou ao ponto de funcionárias de um dormitório irem até a porta do concorrente para fazer propaganda. As clientes costumam receber dicas de abrigo no boca a boca ou pelos grupos de WhatsApp de que participam com outras parentes de presos.

“Minha sobrinha veio antes e visitou cada dormitório até escolher este daqui”, contou Conceição, que viajou de São Paulo até Bangu para visitar a irmã, presa havia um mês. Ela estava hospedada há quatro dias em um quarto com ar condicionado no dormitório Grande Família, gerenciado por Cristina Lima, e iria fazer a segunda visita à irmã no dia em que conversou com o Vozerio, uma quarta-feira. “Como venho de longe, compro produtos aqui e preparo a comida que vou levar na cozinha do dormitório”, contou ela. Esse é um dos vários arranjos que as visitantes acordam com os donos das lojas, dormitórios e restaurantes.

Algumas visitam há alguns meses; outras, há anos. É o caso de Rosilane, 32 anos, que visita há três anos o marido preso. Grávida de sete meses de um menino, estava levando para a visitação bolo, biscoito, arroz e goiabada. Até quando as visitas vão durar? "Só Deus sabe", respondeu ela, que mora no município de Queimados e havia passado a noite na Grande Família.

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Maricélia de Oliveira, a pioneira dos dormitórios — hoje aposentada

Se hoje há pelo menos seis dormitórios competindo pelas mulheres que vão visitar maridos, filhos ou irmãos, o cenário era completamente diferente uma década atrás. A responsável por essa mudança foi a pioneira Maricélia de Oliveira, que abriu o primeiro albergue de Gericinó em 2008. Paraibana, Célia — como todos a conhecem por ali — é uma empreendedora nata, experiente no comércio de “porta de cadeia” há 18 anos. Antes de chegar em Bangu, em 2004, tinha um guarda-volumes em frente ao antigo presídio Frei Caneca, no Centro. “Lá, eu guardava bolsa de todo mundo, falava que não tinha facção”, conta Célia, referindo-se ao costume, hoje abandonado pela maioria dos ambulantes, de só atender visitantes de presos de determinados grupos criminosos.

Um dia, uma cliente de Célia cujo marido havia sido transferido para Bangu ligou pedindo que a comerciante passasse seu negócio para lá. “Foi depois de uma transferência grande de presos, quando os ADA [Amigos dos Amigos] vieram para Bangu e aqui só tinha CV [Comando Vermelho]”, conta Célia. A cliente pediu ajuda porque não estava conseguindo quem guardasse sua bolsa nos dias de visita. E Célia a acudiu. “No começo, eu tinha uma lona estendida num terreno baldio e pendurava as bolsas no arame farpado. Ficava ali, sentada no chão, grávida”, conta Célia. Aos poucos, juntou dinheiro e conseguiu um barraco onde vendia suco e salada de fruta. Alguns anos depois, vendo que muitas mulheres dormiam nas calçadas em frente ao presídio, esperando o horário de visitação do dia seguinte, teve uma ideia. Comprou dez colchões infláveis, alugou um imóvel e abriu seu primeiro dormitório. “Os colchões estouraram todos, tive que comprar outros. Não tive lucro no primeiro ano”, conta Célia.

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Cristina, dona do dormitório Grande Família, bem em frente à cancela

De lá para cá, o negócio cresceu e funcionou em pelo menos dois lugares diferentes — todos com uma distância de menos de 300 metros entre si — até Célia comprar um imóvel exatamente em frente à cancela do presídio. Lá, manteve seu Célia Dormitório até janeiro deste ano, quando alugou o espaço para Cristina Lima e seu Casa de Família — onde Conceição estava hospedada. Hoje “aposentada” do negócio, Célia ainda é reconhecida e saudada pelos comerciantes e visitantes. Durante a apuração desta matéria, a empreendedora foi abraçada por pelo menos cinco mulheres em encontros emocionados. “Esta aqui eu conheço há dez anos”, disse Célia sobre uma visitante que acabara de encontrar. “Mas cansei. Trabalhava demais e tinha muito impacto emocional. Também quero agora continuar meus estudos, que larguei para poder trabalhar”, conta ela, que estudou até a sétima série. Hoje casada e com três filhos, mora em uma casa de porta amarela a cerca de 500 metros do presídio.

Seu tino para o negócio é tal que vários dos estabelecimentos em frente ao Complexo Penitenciário de Gericinó foram sugeridos por ela. A Andreia Sex Shop? “Ideia da Célia”, revelou a dona. A comerciante também foi a primeira a instalar câmeras de segurança dentro do dormitório, e sugeriu que o mesmo fosse feito na galeria onde funciona a loja de Andreia. A justificativa é evitar roubos e outros tipos de crimes, como drogas plantadas na bolsa de alguém. “Se alguém colocar droga na bolsa de uma cliente, como ela vai provar que não é dela?”, questiona Célia. Após um período de muita reclamação e insatisfação, explica ela, as clientes se acostumaram com a vigilância.

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Menino circula por um dos seis dormitórios que competem por clientes em frente ao presídio; ao fundo, mãe cochila

"Aqui só vende o que entra"

O empreendedorismo de Célia foi pioneiro, mas não é o único ali. Funcionando há mais de 15 anos, o Bazar Costa Neto é também um dos negócios mais antigos da região. Gerenciado por William da Costa — filho do patriarca da família —, o armazém começou como uma barraquinha de frutas e hoje é uma espécie de metonímia de todo o comércio em frente ao presídio. Ali a família vende desde alimentos industrializados — como latas de leite em pó, biscoito e leite condensado — até itens de vestuário — como Havaianas, bolsas e toalhas —, além de comida caseira.

“A gente só vende o que entra”, explica Washington da Costa, irmão de William. Por isso, as sobremesas expostas no balcão de vidro são apenas pudim, mousse e pavê. Nada de brigadeiro, goiabada ou outros doces. E, quanto a comida salgada, todas as carnes (“Estrogonofe é o que vende mais”, diz Washington) são vendidas desossadas. Tudo em onipresentes embalagens de plástico transparente, (R$ 0,10 cada), como as dos hortifrutis, que por sua vez vão parar em bolsas de supermercado (R$ 0,30 cada).

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Parte da fila que se forma periodicamente em frente ao complexo penitenciário no começo da manhã: 2.200 visitas todos os dias

Segundo a resolução da Seap nº 610, de março deste ano, cada visitante só pode entrar com duas bolsas de supermercado (independente da marca, embora as mais comuns sejam da rede Guanabara). Uma delas — chamada de “sucata” — vai para dentro da cela com o preso; a outra deve ser ser consumida durante a visita.

O Bazar Costa Neto tem o mesmo horário de funcionamento “diferenciado” de outras lojas do entorno: das 4h às 17h. Entre os seis funcionários está dona Maria Célia, responsável pela cozinha. Além das refeições de praxe — carne assada, estrogonofe, arroz, feijão, farofa —, ela também prepara pratos especiais encomendados pelas clientes mais antigas e fiéis. No momento da conversa, ela fritava um bife que uma visitante de Cabo Frio levaria naquele dia para o marido preso.

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O Bazar Costa neto, onde se vende de tudo — refeições caseiras, sobremesas, sacolas de plástico, "líquidos e comestíveis"

No burburinho das mulheres em frente às lojas, nas calçadas e na rua, as conversas giram em torno das visitas (iminentes ou passadas), das compras e de outros assuntos cotidianos. A movimentação começa antes das 4h e segue até o final da manhã, diminuindo à medida que os visitantes vão entrando no complexo penitenciário. Como a situação é delicada, quase nenhuma mulher quis dar entrevista ou o nome completo. Muitas têm vergonha. “De jeito nenhum aparecer em foto aqui em Bangu”, disse uma visitante quando a reportagem perguntou se poderia fotografá-la. Algumas afirmaram que ninguém podia saber que elas estavam ali.

Há mulheres mais jovens e outras mais idosas, algumas sozinhas e outras com crianças pequenas. “Tem que amar pra caralho para estar aqui”, resumiu uma moça, que morava em Cabo Frio, durante um papo informal. Muitas dão a entender que aquilo é um sacrifício que fazem pela pessoa amada — seja marido, companheiro, filho ou irmão. Por isso, se apelidaram de “guerreiras”, palavra que dá nome aos grupos no Whatsapp e a uma página no Facebook que as visitantes utilizam para trocar informações sobre as penitenciárias.

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Algumas das sobremesas vendidas no Bazar Costa Neto: não pode brigadeiro

O reino da transparência

Se a privacidade é um dos direitos mais prezados pelas consumidoras daquele comércio em torno do complexo penitenciário, a transparência é mandatória da cancela para dentro. Além do scanner corporal pelos quais os visitantes precisam passar ao entrar nos presídios, tudo o que eles levarem — das sacolas aos produtos em si — precisa ser translúcido. Frasco de shampoo? Só os que deixam ver o conteúdo interior. Sabonete? Só os de glicerina, mais transparentes. Desodorante? Só os de embalagem translúcida, roll-on. Nada disso é especificado na resolução nº 610, que regulamenta os alimentos e objetos levados pro familiares nas visitas às unidades prisionais, mas os comerciantes e as visitantes garantem que é assim que funciona.

Mesmo as bolsas e mochilas levadas por quem visita — seja adulto e criança — precisam ser de plástico transparente, além das sacolas de supermercado. Essas exigências levaram ao surgimento de um comércio muito particular em frente ao Complexo de Gericinó, capitaneado pela vendedora e costureira Claudia Santos. É ela quem fabrica as dezenas de bolsas, bolsinhas, mochilas infantis e nécessaires penduradas nos tetos de todos os bazares e estabelecimentos do entorno.

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Claudia Santos, fabricante das onipresentes bolsas e necessaires transparentes que entram no presídio

Aos 49 anos, Claudia fabrica as bolsas há oito. Além de vender para outras lojas, ela comercializa os próprios produtos com o marido num box de outra pequena galeria comercial na Estrada do Guandú do Sena, conhecida como “Big Brother”. A bolsa grande sai por R$ 45, “mas tem gente que vende por até R$ 70”, segundo Claudia. O que vende mais, diz ela, é o porta-documento, feito de telinha estampada, que as mulheres utilizam para guardar os próprios pertences. “Vendo umas 200 bolsas por semana”, conta a comerciante.

A movimentação em frente ao Complexo Penitenciário de Gericinó começa a partir das 3h30 da manhã. Aos poucos, todo o rebuliço que agita a rua, movimenta a economia e dá à Estrada do Guandú do Sena ares de Saara se esvai. O auge é às 7h, 8h da manhã. Por volta das 11h, quem anda pela região não imagina o universo particular que irrompe e se dissipa espontaneamente, todos os dias. A única pista de que há uma multidão oculta são as dezenas de carros parados nas ruas transversais e nos três estacionamentos da estrada, todos lotados. Fora isso, é como se as 2.200 visitas nunca tivessem passado por ali.


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